sábado, 30 de julho de 2011

Cristalterapia 2 by Yasmin Assad


- Gemas Minerais
e
- Gemas Orgânicas: abalone, âmbar, azeviche, coral, madeira petrificada e pérola.
Gema é uma substância geralmente natural e inorgânica que por sua raridade, beleza e durabilidade é usada para adorno pessoal.
As gemas naturais são aquelas encontradas na natureza. Delas, as gemas minerais são as mais numerosas, mais valiosas e, por isso, as mais importantes. Esse grupo inclui praticamente todas as pedras preciosas mais conhecidas e que vêm sendo usadas pela humanidade há vários milhares de anos, como diamante, esmeralda, rubi, turmalina, safira, granada, topázio, ametista, etc.
As gemas orgânicas compreendem um grupo menor, mas também com alguns representantes bem conhecidos. São aquelas produzidas por seres vivos, como pérola, coral, âmbar, azeviche, jarina, etc. Não sendo de origem mineral, não podem ser chamadas de pedras preciosas. Isso mostra que gema e pedra preciosa não são exatamente a mesma coisa, ainda que a imensa maioria das gemas sejam pedras preciosas.


                                                                                                    Abalone


                                                                                                   Âmbar



- Gema Sintética:
 É aquela produzida em laboratório e que tem uma correspondente natural. Ex.: esmeralda sintética, espinélio sintético safira sintética, etc. São gemas muito semelhantes às gemas naturais e só podem delas ser distinguidas com equipamento apropriado.
DEDICO A MINHA AMIGA TAMAR ZISMAN E SUAS JOIAS MARAVILHOSAS.

Gema Artificial:
 É aquela também produzida em laboratório, mas que não tem um correspondente natural conhecido. É, portanto, uma gema “inventada”. Ex.: zircônia cúbica, yag, fabulita.

                                                 Zircônia

Gema Reconstituída:
É a gema produzida em laboratório por meio da aglomeração ou fusão parcial de fragmentos de uma gema natural. Quando a gema natural é muito friável (frágil, quebradiça), o que impede que seja lapidada, ela é triturada e misturada a uma cola. A mistura é então prensada e, com isso, adquire consistência para ser trabalhada. Ex.: turquesa reconstituída, âmbar reconstituído, lápis-lazúli reconstituído.



Gema Tratada:
É aquela em que a cor ou outra propriedade foi modificada para lhe dar mais valor. O citrino obtido por tratamento térmico e a ágata tingida  são exemplos de gema tratada.





Gema Realçada:
É aquela que teve uma de suas propriedades, geralmente a cor, melhorada artificialmente. A ágata naturalmente avermelhada ou alaranjada pode ser aquecida para que sua cor fique mais forte. Ela poderia, portanto, ser incluída na categoria das gemas tratadas, mas modernamente prefere-se fazer essa distinção.



-Gema Revestida:
É aquela sobre cuja superfície se fez depositar uma fina camada, colorida ou não, da mesma substância ou de outro material. Pode ser obtida, por exemplo, fazendo depositar sobre um berilo incolor já lapidado uma fina camada de berilo verde, ou seja, de esmeralda.


Gema Composta:
É a que se obtém unindo com cimento ou outro método artificial duas ou mais partes de gemas naturais, sintéticas ou artificiais. Pode ser gema natural com gema artificial, gema com vidro, vidro com duas gemas diferentes, etc.



Os metais nobres (ou metais preciosos) são um grupo de metais raros que inclui o ouro, a prata e os metais do grupo da platina (platina, paládio, ródio, irídio, ósmio e rutênio).


Os minerais decorativos são muitos. Entre os mais usados podem ser citados quartzo rosa, sodalita, ágata e cristal de rocha. Menos frequentemente, emprega-se na confecção de objetos decorativos, também algumas rochas, como granito, mármore, pedra-sabão, serpentinito e lápis-lazúli.


                                             Esculturas em Lápis-lazúli

Texto : Yasmin Assad
Fotos da internet, e fotos pessoais : Tamar Zisman

Emerald

Assim como a água-marinha, a esmeralda é do grupo ou da família do berilo. Cor verde-escuro ou verde-erva, ou verde claro a muito escuro ao verde azulado muito forte. Sua substância corante é o cromo e/ou vanádio. Encontra-se em xistos pegmatitos. São cristais pequenos, forma inclusões. Existe a variedade: esmeralda trapiche.
Seu nome deriva do grego “smaragdos”, que significa pedra verde, mas provavelmente a origem do nome seja persa ou hindu.
Com todas as nuances da folhagem tropical brasileira, as esmeraldas fascinavam antigos aventureiros caçadores de tesouro...


Acreditava-se que as esmeraldas serviam para adivinhar eventos futuros, mas não sabemos se as visões eram realmente observadas na pedra, como são em esferas de cristal ou berilo, ou se uma esmeralda dotava o usuário de conhecimentos sobre o futuro.
Como uma inimiga, de todos os encantamentos e conjurações, as esmeraldas eram temidas pelos mágicos, que não se consideravam aptos a atuar se uma pedra estivesse nas proximidades.
As esmeraldas eram empregadas como antídoto para venenos e feridas, assim como contra possessões demoníacas. Usadas ao redor do pescoço eram vistas como um fator de cura para a epilepsia.
No século III, a pedra preciosa era sugerida para a vista cansada. Esta teoria era tão prevalecente naquele tempo, que os gravadores de pedra conservavam esmeraldas em suas mesas de trabalho de modo a poder, de tempos em tempos, olhar para elas para aliviar a fadiga dos olhos.
A tradição medieval dizia que o Santo Graal fora esculpido a partir de uma única esmeralda grande, que caíra da coroa de Satanás durante a sua descida do céu para o mundo inferior...
Dizia-se que a esmeralda fazia mal aos olhos das cobras, chegando até a cegá-las.

Bracelete Cartier, em platina, com esmeralda de 77,3 quilates e diamantes




Uma das peça mais fabulosas de esmeralda é um pequeno frasco de unção, de 12 cm de altura e 2.205 quilates, talhado de um único cristal de esmeralda, pertencente às joias da Câmara do Tesouro de Viena.
A esmeralda era usada na Grécia antiga para revelar a fidelidade do(a) amado(a) e foi dedicada à deusa Afrodite. Também foi utilizada para facilitar o trabalho de parto das mulheres. Era a pedra favorita de Cleópatra, que a usava como enfeite, amuleto e antídoto em todas as suas conquistas, amorosas e políticas...
O imperador romano Nero, assistia às lutas dos gladiadores através de uma esmeralda lisa e plana...
Esmeralda em rocha matriz



Nomes utilizados pelo mercado:
  • esmeralda colombiana – denominação do mercado para esmeraldas de alta qualidade
  • esmeralda russa ou siberiana – denominação da menos azulada, com mais inclusões e cor mais clara que as gemas colombianas
  • esmeralda brasileira – termo usado algumas vezes para as gemas verde claro
  • esmeralda sandawana – termo usado para gemas de verde profundo, normalmente de tamanho pequeno e com muitas inclusões
  • esmeralda da Zâmbia – termo usado para as gemas ligeiramente acinzentadas
Localidades: Brasil, Colômbia, Urais, África do Sul. Os maiores produtores de esmeralda do mundo são Brasil, Colômbia e África do Sul. No Brasil, são os estados de Minas Gerais, Bahia e Goiás os maiores produtores.
Nota: Em 1681 morre o bandeirante Fernão Dias Pais Leme (1608-1681), o Caçador de Esmeraldas, logo depois de descobrir as primeiras pedras verdes, que identifica como esmeraldas...
Analogias: Energia: receptiva. Planeta: Vênus. Signo: Câncer, Touro. Elemento: terra. Chakra: cardíaco. Tarô: A Sacerdotisa.
A pedra era considerada uma inimiga de todos os encantamentos e feitiços. Na Idade Média foi utilizada como antídoto para venenos e feridas. Significa coragem e vitória. Para os espiritualistas, simboliza fé e esperança.
No norte da África e na América do Sul, a esmeralda é considerada uma aliada contra doenças.
Rejuvenesce, ajuda a desenvolver um belo corpo e a revitalizar o físico após doenças graves ou longos períodos de falta de exercício. Equilibra a cura. Normaliza a pressão arterial.
Boa para infecções oculares, pois possui um efeito calmante sobre os olhos. Seu uso constante favorece a aquisição de abundância e riqueza. Alinha o corpo entérico, astral e emocional. Estabiliza a personalidade, aumenta o psiquismo e a faculdade de clarividência.
Equilibra o coração, especialmente na relação com o pai. Melhora a meditação e suaviza temores escondidos dentro de nós. Objetivo: amor, espiritual, cura, proteção.


Angelina Jolie. As espetaculares esmeraldas que ela desfilou na noite do Oscar deste ano são o melhor exemplo do que está sendo chamado de simple chic.

São os brincos e anel de esmeraldas colombianas, com respectivamente 115 e 65 quilates, mais fantásticos que já passearam fora de palácios e museus. Sem nada para interferir na beleza das gemas, não há montagens extravagantes nem a eterna profusão de diamantes, que costumamos ver por aí distraindo nossa atenção. Por serem verdadeiras, elas não tem aquela limpidez que costumamos atribuir às caríssimas peças com esmeralda. Com esse tamanho todo é praticamente impossível obter uma esmeralda sem inclusões. Normalmente o que vemos são as nossas turmalinas verdes, alguma gema corada ou até artificial mesmo.

Angelina realmente faz moda. Ela brilhou com o que já está sendo visto como a mais forte consequência da crise no mundo da moda: o simples ficou chique novamente, depois de uma longa temporada de exageros. Detalhe, esse simples tem que ser de alta qualidade e se destacar em meio à mesmice. A tendência foi capa da Newsweek (The case for luxury – the savvy shopper buys less but spends more in hard times) e da nossa Exame (Para onde vai o consumo) na primeira semana de abril. Em tempos bicudos, devemos nos concentrar em poucos e muito bons objetos de consumo.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Silver's History

História
A prata é conhecida pelo homem desde a Pré-História, estimando-se que a sua descoberta se fez pouco depois da do ouro e do cobre. A referência mais antiga que se conhece ao elemento é o livro do Genesis. Os Egípcios consideravam o ouro como o metal perfeito, atribuindo-lhe o símbolo de um círculo, enquanto a prata era tida como a mais próxima do ouro em perfeição, pelo que lhe foi atribuído o símbolo de um semi-círculo. Este semi-círculo terá dado origem, mais tarde, a uma lua crescente, provavelmente devido à semelhança entre o brilho do metal e o da lua. Os Romanos chamavam a prata de argentum, mantendo-se este como nome internacional do elemento, de onde deriva o seu símbolo químico.



Tal como o ouro, a prata era considerada pelos Antigos um metal quase sagrado e por conseguinte, de uso extremamente restrito. A sua maleabilidade e ductilidade tornam-na ideal para fins decorativos. Era também usada no pagamento de dívidas, na decoração pessoal ou na ornamentação de locais religiosos e em utensílios nas casas das classes mais abastadas.
Certas escórias minerais existentes em antigas minas na Ásia Menor e em algumas ilhas do mar Egeu, indiciam que já se sabia como separar a prata do chumbo há mais de 5000 anos. O ouro e a prata eram extraídos dos seus minérios e ligados a chumbo. Após oxidação desta mistura, era então possível obter os metais preciosos.





Ocorrência
O principal mineral de prata é a argentite (Ag2S), que ocorre normalmente associada a outros sulfuretos como o de cobre ou de chumbo. Outros minerais de prata são a cerargirite (AgCl), a proustite (3Ag2S.Ag2S3), a pirargirite (3Ag2S.Sb2S3), a stefanite (5Ag2S.Sb2S3) e a prata nativa. A prata ocorre na maior parte dos minérios de chumbo e de cobre, e pontualmente associada a arseneto de cobalto e a ouro. A maior parte da prata produzida é um produto secundário do processo de extracção destes metais. No entanto algumas minas ocupam-se exclusivamente da exploração deste elemento.
Os maiores produtores mundiais de prata são os EUA, o Canadá, o México, a Bolívia, a ex-URSS, a Austrália e a Alemanha.










Peridoto


PERIDOTO

Conhecida desde 1.500 a.C, a fonte histórica desta bela gema é a Ilha de Zeberget, no Mar Vermelho, localizada próxima à costa do Egito, hoje em dia esgotada.

A designação peridoto deriva do francês arcaico peritot, de origem incerta. Supõe-se que seja uma corruptela da palavra árabe faradat, significando gema.



Olivina é o termo criado pelo mineralogista A. G. Werner em 1790 e, desde então, utilizado pelos geólogos e mineralogistas para referir-se ao peridoto, devido a suacaracterística cor verde-oliva, mas que pode, igualmente, ser verde amarelada, verde amarronzada ou mesmo marrom. A olivina é, em realidade, um grupo de espécies minerais que têm na forsterita e na fayalita seus membros mais conhecidos.



Apesar do peridoto não ter brilho ou dispersão notável, consegue exercer enorme fascínio sobre o Homem e isto se deve quase unicamente à inimitável exuberância que pode alcançar sua cor, através da qual é facilmente reconhecível.



O peridoto tem ampla ocorrência na Terra e, possivelmente, até dispersa pelo Universo, uma vez que é encontrado com freqüência em meteoritos e foi um dos minerais cujas amostras foram coletadas na Lua pelas missões espaciais norte-americanas Apolo 11 e Apolo 12.



O material de qualidade gemológica procede principalmente do Paquistão, Mianmar (ex-Birmânia), China e EUA (Arizona). No Brasil, até onde sabemos, a produção é ocasional e provém das rochas peridotíticas dos municípios de Teófilo Otoni, Conceição do Serro, Patrocínio e Bonsucesso, todos em Minas Gerais.

terça-feira, 26 de julho de 2011

As Jóias Egípcias

Jóias Egípcias 
As jóias deste período eram carregadas de misticismo e simbolismos. Figurativas, essas peças tinham formas de escaravelhos, que representavam o sol e a criação; olho do deus Horus, que protegia contra maus espíritos ou até mesmo de serpentes e escorpiões. Utilizavam muitas cores, que também eram carregadas de simbolismos. A policromia era obtida através de gemas como o lápis-lazúli, feldispato verde e turquesa ou até mesmo esmalte vitrificado.



As Jóias desempenharam um papel muito importante no Egito antigo.
Além da  atração natural do homem para itens de status e beleza , a jóia tinha um significado religioso e mágico no antigo mundo egípcio,que era de  proteger a pessoa do mau, funcionando como um amuleto.
Os simbolismos, como serpentes, escorpiões e outros animais, tinham a função de afugentar os espíritos malignos.
O símbolo mais conhecido é o escaravelho esculpido com vários tipos de pedras, simbolizando a imortalidade.
A joalheria dos talismãs era destinada especialmente para os mortos, oferecendo assim, a proteção para a outra vida.
Já as jóias dos faraós, eram preparadas desde o momento da posse do trono; uma inteira coleção, que assegurava a ocupação constante dos joalheiros.
O enorme simbolismo das jóias antigas egípcias também se refletia no uso de determinadas cores. De acordo com o Livro dos Mortos, o azul-escuro representava o céu quando noite, o verde a ressurreição e a renovação, e o vermelho o sangue, a energia e a vida.


Os antigos egípcios começaram a fazer suas jóias 4 mil anos antes de Cristo de simples materiais naturais, como por exemplo, ramos de plantas, conchas, pérolas, pedras sólidas ou ossos.
Estes matérias eram colocados em fios de linho ou em pêlos de vaca. Para dar cor  nessas peças, os egípcios começaram a pintá-los com substâncias extraídas de plantas e pedras.
Desde a época da Primeira Dinastia, os antigos egípcios foram hábeis em fazer jóias usavam muito as pedras e ouro e prata.
A arte da ourivesaria atingiu o seu auge no anos de 2160 – 1730 a.C, quando os egípcios dominaram as técnicas  e a  precisão na confecção de peças de joalheria.
Durante os anos 1500 – 1085 a.C. ourivesaria ganhou força por causa das missões regulares ao Deserto Oriental e Núbia para extrair metais e conquistar territórios.


Os metais conquistados eram fundidos e depois modelados e incrustrados com todos os tipos de pedras encontradas no Egito como a ágata e a turquesa.
As Jóias eram usadas no dia a dia na era Faraônica até a era Romana. Era muito comum o uso do colete ao redor do peito feito geralmente em ouro ou em metal barato porem pintavam de amarelo para dar o aspecto de ouro esses coletes foram de exclusividade dos egípcios nunca foi encontrado em outro tipo de civilização.
A quantidade de jóias usadas por um indivíduo, muitas vezes indica a sua posição social e nível de riqueza.
colares geralmente eram  feitos de pedras muito coloridas Anéis, tornozeleiras e pulseiras também faziam parte da coleção de qualquer pessoa mas os brincos eram comuns entre as mulheres ricas.
Até mesmo os mais pobres, que não podiam pagar muito, tentavam enfeitar se  com jóias tanto quanto possível.
Embora baratas as jóias dos plebeus era geralmente muito coloridas e feitas com cerâmicas
O uso das jóias nunca foi exclusivo das mulheres.
Os homens adoravam se enfeitar tanto quanto as mulheres.
As tumbas dos grandes faraós revelaram as preferências que eles tinham pelas jóias.
Os faraós acreditavam que poderiam levar a sua fortuna para a outra vida, depois da ressurreição.




sábado, 23 de julho de 2011

CRISTALOTERAPIA by Yasmin Assad

- Cristais e Terapia: 
Os minerais dos quais os cristais são compostos, também fazem parte da composição química do corpo humano. E, este é o fundamento da terapia com cristais e pedras, para a recuperação dos desequilíbrios humanos. A Cristaloterapia, terapia através dos cristais, é muito mais que esoterismo – os efeitos são fisiológicos, mentais e emocionais. A pele humana, por possuir poros, tem  a capacidade de absorver esses minerais através do contato com os cristais. O mesmo pode-se dizer dos elixires e soluções de cristais, através da ingestão.
A maioria dos cristais é formada por minerais. Os minerais podem ser formados de diversas maneiras:
- magma e gases incandescentes do interior da Terra ou em torrentes de lava vulcânica que alcançam a superfície terrestre ( minerais magmáticos). Ex: quartzo;
- cristalizações de soluções aquosas ou crescem com o auxílio de organismos sobre ou perto da superfície terrestre (minerais sedimentares). Ex: calcita;
- recristalização de minerais já existentes, sob grandes pressões e altíssimas temperaturas, formados nas regiões mais inferiores da crosta terrestre(minerais metamórficos). Ex: granada.

A terapia com cristais atua com aspectos energéticos diretamente sobre o corpo, a mente, as emoções, como também nos ambientes (em casa, no trabalho, em qualquer lugar). Os cristais mais comuns são os cristais de quartzo (transparentes). São fáceis de usar e reequilibram os chakras. Os cristais coloridos são usados em cima de cada chakra, a fim de tratar problemas específicos. Os cristais são energia condensada e cristalizada. São compostos por prótons, nêutrons e elétrons, que na verdade são energia. Logo, cada cristal possui vibração energética própria.
Quando um cristal quebra ou trinca (por qualquer motivo), significa um excesso de energia. Em tais casos não se trabalha mais com ele, podendo-se enterrá-lo: no jardim, quintal, etc.

Os cristais ajudam a transmitir e/ou absorver energia, direcionando-a e ampliando-a. Também podem ser agentes de transformação. Cada cristal pode ser ao mesmo tempo um livro, um professor, um curador, ou uma lente que abre contato com outras dimensões.
Os cristais amplificam as energias, além de conterem na forma mais pura, as cores que são necessárias para o equilíbrio físico, biológico e espiritual. Os cristais e as pedras têm a função de potencializar a energia. Portanto, podem ajudar a sintonizar a freqüência energética da cor equivalente. Utiliza-se os cristais e as pedras geralmente da mesma cor, com exceção do quartzo branco que potencializa todas as cores e pode ser usado para equilibrar/desbloquear qualquer chakra em conjunto com qualquer cor ou cores. Com o uso dos cristais e pedras, é possível harmonizar os chakras principais, eliminando desequilíbrios crônicos e desbloqueando a energia emocional.
Os cristais possuem muita afinidade com a terapia das cores. Eles amplificam as energias, além de conter na forma mais pura, as cores que são necessárias para o equilíbrio físico, biológico e espiritual.

- Apresentação:
Formas de apresentação das pedras:
- Lapidadas:
Podem ser lapidadas com a finalidade de extrair maior beleza, brilho e cor, como por exemplo, o rubi, a esmeralda e o diamante que são facetados;
- Roladas:
Pedras brutas menores podem ser limpas e polidas num tambor rotativo até ficarem lisas e livres de imperfeições superficiais;
- Brutas:
Não recebem nenhuma alteração de sua forma.


- Preparação dos Cristais e Pedras:
Antes de serem usados, os cristais e pedras, devem receber um tratamento especial de limpeza, energização e programação, pois antes desse processo as pedras absorveram muitas energias dos corpos físicos com os quais estiveram em contato.

                                            Cristais Diversos

- Limpeza:
A limpeza de um cristal ou pedra consiste em fazer com que todas as energias absorvidas anteriormente por ele sejam descarregadas, mantendo-o neutro energeticamente. Em um recipiente de vidro - nunca utilize vasilha de metal ou plástico - coloque os cristais, junte um pouco de sal grosso e água até que fiquem completamente submersos. Mantenha-os na salmoura por seis horas. Ou enterre-os em sal marinho ou sal grosso por um dia e depois lave-os abundantemente.
O sal marinho (também um cristal), remove e purifica as vibrações da superfície da pedra, neutralizando as cargas elétricas superficiais. Outro método consiste em enterrá-los na terra, por até sete dias, evitando-se enterrá-los em vasos.
Uma outra forma de limpeza consiste em defumá-los com incensos à base de sálvia, cedro ou artemísia.

- Energização:
Não basta apenas limpar os cristais e pedras, é preciso também energizá-los. A energização devolve ao cristal  suas propriedades energéticas deixando-o em condições próprias para o uso imediato. Os cristais e pedras podem ser energizados pelo Sol, ou pela Lua, ou pelo Sol e Lua:
- Sol: mantenha os cristais expostos à luz solar durante o período entre 6 e 11 horas da manhã. Mais para uso terapêutico;
- Lua: para energizar com energia mais feminina, mais intuitiva. Coloque os cristais e pedras expostos à luz do luar, por uma noite, em lua crescente ou lua cheia;
- Sol e Lua: para equilíbrios da energia masculina e feminina. Deixe expostos à luz do luar, lua crescente ou lua cheia, durante toda a noite, e depois, seguidamente, à luz do Sol, até às 11 horas da manhã.
A programação complementa a energização determinando a sua finalidade;

-Programação:
Os cristais devem ser “programados” para um fim específico. Para isso, escolha um lugar calmo e tranqüilo – segure os cristais com as duas mãos e afirme mentalmente sua proposta de usá-los para tratamentos, por exemplo. A programação de um cristal significa a introdução de uma imagem-energia na estrutura energética deste, que irá harmonizá-la.
Programação para a turmalina negra:
- essa pedra só pode ser programada uma única vez;
- limpe-a com água e sal marinho;
- ponha a pedra para ser banhada pela luz do Sol e/ou luz da Lua;
- programe-a para absorver energias nocivas que sejam dirigidas à você ou estejam  nos ambientes pelos quais circula;
- ela pode ser programada para ambientes também - se for para proteção de sua casa deve ficar atrás da porta de entrada ou num local estratégico, pelo qual as pessoas ao entrarem, tenham que necessariamente passar;
- se quiser esse tipo de proteção no seu ambiente de trabalho, ponha a pedra sobre a mesa, embaixo dela ou mesmo na gaveta da mesa onde trabalha, pois a proteção terá que ser específica para você, mesmo que seja um negócio próprio, pois, nesse caso terá que ter uma pedra para o ambiente e outra particular, em função da circulação de diversas pessoas.

                                                    Pirita

- Formas de Uso dos Cristais e Pedras:
- Uso como Adorno:
Com sua imensa beleza, os cristais e pedras, sempre atraíram os seres humanos, tanto para utilizá-las em tratamentos como para  o uso como enfeites, adornos. Os chineses utilizavam o jade, os incas as esmeraldas, os antigos egípcios o lápis lazúli e a malaquita. Colares, pingentes, brincos, coroas, tiaras, anéis, adornos de umbigo, piercings, etc. – são infinitas as utilizações como jóias;

 - Uso Individual:
Os cristais podem ser carregados no dia a dia. Colocados no bolso da roupa eles transmitem a vibração necessária. Quando há algum desequilíbrio, pode-se fazer um curativo de cristal prendendo-o com esparadrapo diretamente sobre a pele. Pode-se carregar o “cristal pessoal”;


                                                              
- Uso em Plantas e Animais:
Para energizar plantas, coloque um cristal no vaso, enterrado junto à raiz da planta. Para animais domésticos, coloque um cristal onde o animal costuma dormir. Cuidado, pois cães podem engolir as pedras. Estes cristais e pedras não devem ser utilizados para outros fins;

- Uso para Energização de Ambientes:
A energia dos cristais se espalha nos ambientes, beneficiando as pessoas que os frequentam. Nos ambientes, a idéia básica é concentrar ou repelir determinado tipo de energia, de acordo com a característica do local (no quarto, na sala etc.). Quanto maior o local, maior a pedra a ser usada. O mais indicado, nesses casos, são os aglomerados de cristal em estado bruto, conhecidos como drusas. Utilizar grutas, drusas e pontas, sobre mesas, estantes. Também pode-se escolher os cristais e colocá-los dentro de um vidro com água, sendo que um deles precisa ser quartzo. À medida que a água dentro do vidro for ficando escura, troque a água e lave os cristais;

                                                  Ametista

- Uso para Disposição sobre o Corpo:
Essa é a forma terapêutica, utilizada por terapeutas habilitados, que colocam as pedras sobre os chakras ou as regiões do corpo que necessitam de equilíbrio. Por meio dessa técnica, os terapeutas harmonizam o corpo bioelétrico (halo luminoso em torno do corpo humano, de plantas e de animais, resultado do metabolismo celular, que libera diversas substâncias químicas que, ao final do processo, são exaladas sob a forma de gases e/ou vapores pelos poros da pele, como o suor, uréia, CO2, NH4, SO2, etc.) os corpos sutis (os seres viventes são um conjunto de corpos, de diversas naturezas, desde a material até a energética. O que se pode chamar de corpos sutis são manifestações da energia, a qual vibra numa freqüência acima da velocidade da luz e que não pode ser percebida através dos cinco sentidos), e o corpo físico, proporcionando equilíbrio e bem-estar;

- Uso em Banhos:
Pode-se utilizá-los em banho cristaloterápico, na banheira,  observando a relação dos cristais com os chakras. Após o banho, limpar os cristais e energizá-los novamente. Para obter um efeito energizante, devem ser colocados na banheira de acordo com a indicação terapêutica;

                                                   Malaquita


- Uso para Manipulação de Elixires:
Uma vez que os cristais têm vibrações poderosas, é fácil transferir estas vibrações para a água. Portanto, é possível fazer remédios usando para isso os cristais Os remédios de gemas – também conhecidos por elixires ou essências – podem ser ingeridos, a menos que a pedra seja tóxica. Por isso somente pode-se utilizar pedras roladas, pois qualquer pedra tóxica, quando rolada, tem seu efeito tóxico anulado, como por exemplo, a malaquita. As pedras em estado bruto libertam poeiras tóxicas.
Também podem ser utilizados na pele, e colocados na água do banho. Remédio como o de turmalina negra, pode ser colocado num borrifador e pulverizado nos cômodos da casa, para afastar energias densas.


                                                Quartzo Rosa

As pedras e cristais  transmitem seus efeitos na água por muitos dias, até duas semanas.  Há várias formas de se fazer elixires. Essa indicação é bem eficaz:
coloque água mineral sem gás num recipiente de vidro (não pode ser de metal nem plástico)  transparente com cristal ou cristais, que não sejam quebradiços, escolhidos de acordo com o tipo de tratamento desejado. Se necessitar utilizar pedras quebradiças, use o  método indireto - coloque as pedras quebradiças  numa pequena jarra de vidro, e coloque-a dentro do recipiente de vidro.  Cubra o recipiente com papel celofane trasparente (ou colorido, conforme indicação terapêutica) e deixe no Sol da manhã (entre 6 hs e 11 hs) por um período de quatro horas. Retire o cristal e envase em frascos esterilizados de 30 ou 60 ml  que possuam conta gotas – o cliente deve tomar 7 gotas 4 vezes ao dia, ou conforme indicação terapêutica – a solução dura 15 dias em temperatura ambiente. O elixir estará “estragado” se estiver com o aspecto turvo (indica a presença de fungos). Para que tenha a durabilidade de 2 meses, preencha o frasco com 30% de brandy de uvas (conhaque Domecq) e 70% de água mineral. Guarde em local fresco e escuro.
Cristais e pedras uma vez utilizados no preparo de elixires não devem ter outra finalidade.
Nunca utilize o seu cristal pessoal para fazer elixires.

Algumas indicações:
- ágata azul rendada: ajuda a tratar infecções nos olhos;
- turmalina preta: proporciona proteção psíquica e filtra a carga eletromagnética. Libera  energia tóxica das emoções, da mente e do corpo;
- malaquita: harmoniza os planos físico, mental, emocional e espiritual; estabelece a ligação entre o corpo e a terra;
- fluorita: quebra bloqueios no corpo etéreo. Anti-viral;
- jade:  melhora as condições da visão e transmite paz;
- amazonita:  equilibra o metabolismo;
- jaspe verde: restabelece o biorritmo e a sexualidade;
- hematita:  fortalece a paciência; benéfico para o sangue e circulação;
- berilo dourado: em gargarejo para garganta inflamada;
- heliotrópio ou pedra do sangue: atua contra prisão de ventre e estagnação emocional;
- ágata musgo:  combate fungos.

- Meditação:
Na meditação a mente dirige a energia do cristal para determinado objetivo como alívio de tensão, desbloqueio emocional, recuperação da vitalidade, purificação etc.. Embora para cada objetivo haja uma pedra específica, pode-se usar o quartzo branco, que tem uso geral. Pode-se dirigir a energia da pedra para si, para outras pessoas ou para a humanidade;

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Sobre o Escapulário

Origem do Escapulário

O termo escapulário se origina da palavra em latim scapula, ou escápula, que era uma espécie de capa rudimentar que envolve totalmente os ombros da pessoa que está vestindo, protegendo do frio.

 Esta espécie de capa era feita de diversas formas diferentes, com tecidos e cores diversas, de acordo com o uso que se daria, pois estas peças eram utilizadas especialmente por religiosos dedicados a vida monástica ou a vida de devoção.

Daí surgiu o nome desse objeto religioso, que é usado para proteger o indivíduo.

Para comprar este escapulário em Prata 950, acesse :
http://www.tamarexclusiveloja.com.br/outros-fabricantes/escapularios/escapulario-prata-vasado.html


O Que é Escapulário


O escapulário é um amuleto religioso que tem o objetivo de proteger quem o usa, assim tem duas medalhas, uma voltada para as costas e outra para o peito, protegendo frente e costas, o futuro e o passado.

  Este antigo objeto de devoção católica é usado por muitas pessoas com o objetivo de espantar e afastar qualquer mal feito direcionado a uma pessoa.

 Contudo o escapulário também tem um significado maior como representação de uma ordem religiosa. Para os carmelitas, ou seja, os religiosos da ordem de Nossa Senhora do Carmo, uma antiga ordem religiosa católica, o escapulário é o simbolo da consagração religiosa.

 Já para os leigos fiéis a fé católica, o escapulário é apenas um simbolo de sua devoção e do afeto que devotam a Nossa Senhora do Carmo, sendo o escapulário muito conhecido também como “bentinho do Carmo".

Para comprar este escapulário em Prata 950,acesse : http://www.tamarexclusiveloja.com.br/outros-fabricantes/escapularios/escapulario-prata-pequeno.html

Escapulario Atual

Atualmente o escapulário não é mais feito de cordão e tecido, ao contrário, é produzido nos mais variados materiais, desde cordões de silicone e medalhas de madeira até escapulários produzidos de metais nobres como ouro e prata, incrustrados com pedras preciosas.


segunda-feira, 18 de julho de 2011

MEDIEVAL JEWELRY

JOALHERIA MEDIEVAL


Na Idade Média a arte sofre grande influencia religiosa. Deus é o centro do universo (teocentrismo) e a Igreja, como representante de Deus na Terra, possuía poderes ilimitados. Esta influencia marcante na vida da sociedade, também influenciou a joalheria. As jóias eclesiásticas ganharam força e escapulários, crucifixos e relicários passaram a ser muito usados por ambos os sexos.


                                                                         jóias com imagens de símbolos cristãos


Com o início de uma economia baseada no comércio, acontece uma grande migração do campo para a cidade e surge uma nova classe social: a burguesia urbana, fruto de uma economia que prosperava no surgimento de um novo mundo cosmopolita. Durante o Medievo, apareceram as primeiras sociedades de ourives, os quais se instalaram em guildas (corporações de ourives). Paris, Colônia e Veneza foram grandes centros da joalheria medieval. Os ourives produziam peças para a Igreja, para a nobreza e para a nova classe social (Burguesia). Neste periodo, as jóias tinham um simbolismo muito forte, não só religioso mas também de status e divisão de classes. Existiam leis para o uso das jóias. O clero e a nobreza tinham acesso a todos os tipos, já para a Burguesia a lei era mais severa, restringindo o uso de algumas gemas e peças a esta classe.

Os penteados tinham destaque neste período e por este motivo as jóias usadas na cabeça faziam parte da composição do vestuário. Homens e mulheres usavam vários tipos de ornamentos na cabeça. Uma opção para as mulheres era entrelaçar os cabelos com fitas bordadas com ouro e lindas gemas (tressoirs). Diademas também foram muito utilizadas.





O esmalte foi uma das técnicas em destaque na joalheria Medieval. Usado em broches e fivelas entre outras peças.
Os anéis eclesiásticos, muito valorizados pela igreja durante este período, são usados até hoje por cardeais, bispos e pelo papa. A Burguesia utilizou-se de anéis gravados com monogramas como instrumentos de autenticação de documentos.







Os cintos, usados por ambos os sexos, faziam parte dos vestuários pois estes não possuíam bolsos. Homens e mulheres os usavam para pendurar objetos usados no cotidiano.
Os broches também possuíam outra função além do adorno. Serviam para fecharem os mantos.
O vestuário também era ricamente adornado. Fios de ouros e gemas eram aplicados às bordas dos tecidos.



                                                                              Detalhe de pintura de Jan van Eyck


As gemas tiveram um papel de destaque na joalheria medieval. Em uma técnica para realçar sua cor, algumas gemas recebiam uma fina camada de metal. Também foram criadas leis restringindo o uso desta técnica em conseqüência de seu uso indiscriminado.
As pérolas, rubis, safiras, esmeraldas e granadas foram as gemas mais utilizadas. Além do formato cabochão, o mais encontrado no medievo, pedras com facetas começam a surgir. É o período onde a lapidação começa a se desenvolver.
Nesta atmosfera de simbolismos e religião, não era de se espantar que as cores das gemas tivessem significados e que a algumas fossem associados poderes curativos e espirituais.

A arquitetura gótica, com seu verticalismo, influenciou a joalheria de maneira gradual. A arte gótica surge em um momento de crescimento das cidades medievais. O estilo arquitetônico gótico já estava emergindo por volta de 1150, mas somente no final do século XIII é notado seu reflexo na joalheria. Surgem novas formas, mais angulares e pontiagudas que resultam em formas elegantes. A arquitetura retrata a crença na existência de um Deus que vive em um plano acima da humanidade, o que explica o verticalismo, tudo aponta para o céu. Sua maior representação esta nas catedrais.



                                                                                Catedral de Notre Dame em Paris




No Brasil não encontramos edificaçoes góticas autênticas, mas belas construções neo-góticas podem ser apreciadas como a Catedral de Petrópolis, a Igreja do Serra do Caraça em Minas Gerais e a Catedral da Sé de São Paulo, entre outros. Vale a pena conferir!


                                                                                   Catedral da Sé em São Paulo