quinta-feira, 31 de maio de 2018

Alinhamento dos Chakras com Cristais

Alinhamento dos Chakras com Cristais



Chakras são centros de energia localizados em nosso corpo bioplasmático. 

O sistema energético humano é composto principalmente de um eixo energético vertical que atravessa a nossa coluna vertebral do períneo (região entre os genitais e o ânus), até o topo da nossa cabeça.

Este é o nosso principal canal energético, neste canal, em diferentes níveis, há sete centros energéticos os chakras que são centros de energia localizados em nosso corpo bioplasmático, realizam o nosso link com a “realidade” e o universo.

Fornecem energia ao nosso corpo físico, distribuem força vital e nos conecta com os corpos sutis que possuímos duplo etérico ou aura ( que liga o corpo ao perispírito) e o perispírito ( que nos conecta com nosso espírito ).

Existem os chakras principais (sete) e outros menores, giram como cataventos, parecem vórtices de luz, quando estão desequilibrados, seu ritmo diminui, aparecem manchas negras, onde podem surgir doenças e desequilíbrios de ordem mental e emocional.

Cada um dos chakras funciona em relação com uma glândula de nosso corpo e com relação a determinadas funções, cada chakra corresponde uma determinada cor e uma determinada glândula.

Os cristais, por suas funções e cores também atuam nesses chakcras, fortalecendo as glândulas e órgãos, pois possuem uma ação vibracional que capta toda a desarmonia, corrige e harmoniza o chackra, fortalece as propriedades positivas deste centro de força.

Para se ativar qualquer chakra com cristais, basta que se coloque a pedra sobre o chakra correspondente e a deixe ali atuando por um período de 15 a 20 minutos, recomendo fazer uma vez por semana ou no mínimo uma vez ao mês , mas é importante que não ultrapasse este tempo.Coloque uma música relaxante, que vai ajudar você nesta meditação e realinhamento. 


Vamos abordar aqui 8 chakras importantes.

Chakra da Terra
Abaixo dos pés, ele está ligado a nosso ancoramento e conexão material, a nossa ligação com a terra, é um alimentador de nossa força vital, junto com o ckakra básico.
Ele nos ajuda a manter os pés no chão, a sermos realistas diante das situações, nos dá o poder de consciência e principalmente descarrega as energias pesadas.
Sua cor é preto e marrom.
As pedras pretas são de proteção contra a negatividade.
As pedras relacionadas a este chakra são: Turmalina preta,obsidiana,ônix e quartzo fumê.

Chakra Básico
Este chakra situado na base da espinha dorsal, coluna vertebral bem acima dos órgãos de reprodução, na zona entre os órgãos genitais e o cócxis. Ligado fisicamente às glândulas supra-renais.
É conhecido no Oriente como o portal da Vida e da Morte, do nascimento e do renascimento e é o centro da sobrevivência, relaciona-se com a parte inferior do corpo, os pés, a ancoragem e os instintos físicos.
Atributos: ligação com a terra, bem estar físico, decisão, coragem, poder, sistema imunológico, vitalidade, energia sexual masculina, consciência instintiva, generosidade
Em desequilíbrio: irritação, raiva, constipação, desânimo, medos, depressão, pânico, anemia, insegurança, apego.
Sua cor é o vermelho, palavra- chave: autoconfiança, firmeza, auto estima, coragem., e as pedras associadas a ele são as vermelhas: Rubi, coral, jaspe sanguíneo, granada, magnetita, ágata de fogo, quartzo vermelho.

Chakra Umbilical 
Este chakra também chamado de esplênico ou do baço situa-se mais ou menos a 3 centímetros abaixo do umbigo e o osso púbico, trabalha com nossa energia sexual. É responsável pela energização geral do organismo. Fisicamente liga-se aos órgãos sexuais, útero, ovários, próstata , os rins, sistema reprodutor, sistema circulatório e bexiga, por ele penetram as energias cósmicas mais sutis, que se distribuem pelo corpo.
Atributos: criatividade, desejo, prazer, poder pessoal, energia sexual feminina, flexibilidade
Em desequilíbrio: ciúmes, possessividade, pensamentos obsessivos, disfunção do útero e sistema urinário, baixa vitalidade, dependência.

Sua cor é o laranja, Palavras chave: alegria de viver, simpatia,
comunicação, otimismo,as pedras que correspondem a ele: Cornalina, âmbar, calcita laranja.

Chakra do Plexo Solar
Este centro de força se localiza de 4 a 6 centímetros acima do umbigo, situa-se na zona do estômago e está relacionado com as emoções. Controla toda a nossa energia emocional, associado ao baço, fígado, estômago, vesícula biliar e pâncreas, muito ligado ao eu individual, é o centro do poder pessoal, é o ponto onde se efetuam as trocas energéticas com outras pessoas.
Atributos: vontade, determinação, ternura e boa vontade, confiança, auto-aceitação, alegria
Em desequilíbrio: irritação, distúrbios alimentares e hepáticos, desorientação, insegurança, dependência emocional, vaidade, preconceitos

Cor amarelo. Palavras chave: intelecto, criatividade, estudo. As pedras associadas são: Topázio, quartzo rutilado, citrino, calcita amarela, fluorita amarela.

Chakra Cardíaco
O quarto chakra localiza-se na zona central do peito, mais ao lado esquerdo na direção do coração.Fisicamente ligado à glândula do timo e ao coração, é o ponto do equilíbrio
(ou desequilíbrio) energético e emocional, é a ligação entre os chakras superiores e inferiores
Nele se concentra a energia do amor e da devoção, como formas sutis e elevadas de emoção. É responsável também pela vitalidade do corpo físico, o coração e os pulmões.
Atributos: compaixão, perdão,confiança, gratidão, humildade, tolerância, consciência de grupo, amor incondicional
Em desequilíbrio: raiva, depressão, tristeza, solidão, angustia, egoísmo

Sua cor é o verde e as pedras associadas a ele são as verdes (simbolizando a cura e a energia vital) ou cor-de-rosa (representando o amor) Cor verde. Palavras
chave: amor altruísta, jovialidade, regeneração.
As pedras indicadas são ;Turmalina verde , turmalina melancia, amazonita, quartzo verde, malaquita, esmeralda, serpentinita, amazonita, fluorita verde, jade, peridoto, kunzita, rodocrosita, rodonita, canga rosa e quartzo rosa.

OBS : Neste chackra recomenda-se usar sempre pedras rosas com as verdes, nunca usa-las sozinhas, para não despertar a melancolia.

Chakra Laríngeo
O quinto chakra situa-se na base da garganta. Está fisicamente ligado às glândulas tireóide e paratireóide e é o centro da comunicação relaciona-se com a capacidade de percepção mais sutil, com o entendimento e com a voz.
Atributos: comunicação, expressão, eloqüência, sensibilidade, metabolismo do corpo
Em desequilíbrio: inibição das emoções, vertigens, alergias, problemas com tireóide, baixa expressão da criatividade, preconceitos, agressividade verbal.

Sua cor é o azul, palavras chave: confiança, equilíbrio, e as pedras são: quartzo azul, calcedônia, apatita azul, celestita, cianita azul.

Chakra Frontal
O sexto chakra encontra-se entre as sobrancelhas, acima dos olhos físicos. Conhecido como o "terceiro olho" na tradição hinduísta. Fisicamente associado à glândula pituitária, é o Chakra do conhecimento psíquico, da intuição e coordena os sentidos, permitindo a atuação destes.
Atributos: percepção, intuição, magnetismo, sabedoria, concentração, foco no objetivo
Em desequilíbrio: dogmatismo, arrogância, delírios, obsessão, ausência de concentração e fé

Em frequências consideradas anormais permite a percepção extra-sensorial. Cor anil (azul escuro),relaciona-se com a capacidade intuitiva e a percepção sutil. Sua cor é o índigo , palavras chave: inspiração, concentração e as pedras associadas a ele são: Lápis-lazúli, sodalita, azurita.

Chakra Coronário
O sétimo chakra fica no alto da cabeça e liga-se ao padrão energético global das pessoas. Conhecido como o "chakra da coroa", é representado na tradição indiana por uma flor-de-lótus de mil pétalas na cor violeta. Está fisicamente associado à glândula pineal e é o ponto de ligação das pessoas com os Guias Espirituais e é por onde entra a energia cósmica.
Através dele recebemos a luz divina, e a tradição de coroar os reis, fundamenta-se no princípio de estimulação deste chakra, para que a capacidade espiritual e a consciência superior do ser humano seja dinamizada. 
Atributos: iluminação, sabedoria, consciência cósmica, transcendência, desapego
Em desequilíbrio: depressão, desânimo, distúrbios mentais, neuroses, psicoses, amnésia.

Sua cor é o branco ou o violeta 
Palavras chave: intuição, contemplação, devoção. 
As pedras são: Quartzo branco, ametista, ágata branco-leitosa , fluorita lilás.

segunda-feira, 28 de maio de 2018

Cristal de Quartzo Branco

Cristal de Quartzo Branco



quartzo é conhecido como a pedra do poder, embora existam diferentes tipos de quartzos, como por exemplo o quartzo leitoso e o quartzo rosa, entre outros. Embora todos compartilhem propriedades, cada quartzo tem seus benefícios próprios. Neste caso o quartzo branco age contra a perda de energia e vitalidade, entre outras propriedades.
quartzo branco possui uma carga vibracional muito importante que permite o tratamento alternativo de diferentes problemas tanto emocionais como físicos. Atribui-se como significado do quartzo branco à pedra com a capacidade de equilibrar o espírito.

Propriedades do quartzo branco

Estas são as propriedades principais (tanto mágicas como energéticas) que o quartzo branco possui:
  • quartzo branco é uma pedra que pode te ajudar para vencer a ansiedade, reduzir o estresse e favorecer a meditação. Por outro lado, melhora estados de confusão e tristeza, ajudando a pensar com mais clareza.
  • Da mesma forma, melhora a memória e reduz a fadiga mental; aumentando desta maneira a energia e a vitalidade.
  • Além destes benefícios sobre a mente e as emoções, o quartzo branco pode te ajudar a prevenir problemas respiratórios como a rinite e sinusite; assim como doenças urinárias. Por outro lado, se atribuem a ele propriedades que estimulam a diurese, a lactância e melhoram a circulação.
Se você quer encontrar nas gemas uma terapia diferente que melhore sua saúde física, psíquica e emocional, no quartzo branco encontrará uma pedra com muitos benefícios terapêuticos.


Poderes do Quartzo Branco :
  • É muito benéfico para bloquear a energia electromagnética procedente de aparelhos eletrônicos, que pode prejudicar sua saúde.
  • É um dos escudos mais potentes contra a energia densa e negativa.
  • Possui uma força que equilibra a energia do organismo, conseguindo que você esteja de bom humor sempre.
  • Colocado sobre os chakras durante alguns minutos, permite a abertura e a fluidez energética destes.
  • Desbloqueia a inibição e permite expressar os sentimentos.



  • terça-feira, 15 de maio de 2018

    Pode estar chovendo diamantes em Urano e Netuno, segundo cientistas

    Pode estar chovendo diamantes em Urano e Netuno, segundo cientistas



    Saiam da frente Júpiter e Saturno, um monte de diamantes pode ser encontrado em dois dos lugares mais misteriosos do nosso sistema solar: Urano e Netuno. Pesquisadores usando o Centro de Aceleração Linear de Stanford demonstraram em laboratório – com uma das fontes de raio-x mais brilhantes do planeta – que as profundezas destes gigantes gelados é perfeita para a formação de diamantes.
    Os cientistas por trás da descoberta estão muito animados, já que é a primeira vez que este efeito foi reproduzido em um ambiente laboratorial semelhante as profundezas das atmosferas de ambos os planetas. Pesquisadores há muito tempo se questionam sobre os efeitos de ter uma abundante quantidade de hidrogênio, hélio e metano (que dá aos planetas o distinto tom azul) e se estas circunstâncias químicas são ideais para a formação de diamantes.
    “Essa [condição] irá gerar a precipitação de diamantes dentro destes corpos celestiais”, explica ao Gizmodo Dominik Kraus, autor do artigo e pesquisador da Helmholtz-Zentrum Dresden-Rossendorf em Dresden, na Alemanha. “Isso não significa necessariamente que se tratam de diamantes puros, mas certamente um grande diamante que envelopa um núcleo rochoso que supostamente existim dentro de Netuno e Urano”.
    No caso de Júpiter e Saturno, a ideia atual é a seguinte: quando tempestades se passam pelas nuvens de moléculas de metano, raios fazem com que átomos de carbono se desassociem de suas ligações químicas. Quando são coletados no ar, nuvens de fuligem são formadas, que então descem em direção a atmosferas mais baixas, sendo colocadas sob ainda mais pressão. Essa pressão é o que transforma o carvão em grafite e em seguida em diamante. Ele também está sob o efeito da gravidade, então eles cairiam no meio do planeta como uma “chuva de diamantes”.
    Já no caso de Urano e Netuno, pode haver uma camada de nuvens onde um mar de metano quente se forma e então se separa em um ambiente de alta pressão, transformando o resultante carbono em diamante.
    Mas as condições destes ambientes ainda não havia sido recriada em laboratório. Até agora.
    Usando uma ferramenta chamada Matéria em Extrema Condição, os cientistas eletrificaram uma fina folha de isopor com um laser, o que produziu uma pressão maior que 150 gigapascals. Esse laser esquentou o material a mais de 6.000 Kelvin, o que é obviamente muito quente, porém não quente o suficiente para derreter diamantes. Como o isopor é um polímero hidrocarboneto, ele se quebra em átomos de hidrogênio e carbono que então são comprimidos. Isso faz com que, por um incrível pequeno momento, nanodiamantes se formem.
    Como cientistas agora podem reproduzir um ambiente semelhante ao encontrado a cerca de 10.000 quilômetros no interior de Netuno e Urano, pesquisas futuras poderão nos mostrar se existem opções mais estáveis além da precipitação de diamantes.
    “Se a temperatura for alta o bastante próximo ao núcleo (alguns cálculos preveem) isso pode significar que ‘oceanos de carbono líquido’ com gigantescos ‘icebergs de diamante flutuando sobre ele’”, diz Kraus. “Entretanto, a maioria das teorias sugere que diamantes permaneceriam sólidos, pelo menos dentro de Netuno e Urano, mas situações adversas podem existem em exoplanetas”.
    É bem difícil recriar exatamente o que é criado em tempo real com o laser, mas é ai que entrar o super brilhante raio-x. Pense nele como um super claro e rápido – disparando por apenas 50 femtossegundo – flash de câmera.
    “Podemos apenas produzir esse estado exótico por cerca de um nanosegundo e durante este tempo precisamos de raio-x o suficiente para investiga-lo”, diz Kraus. “Então fazemos uma simples difração do raio-x (o método usado para identificar a estrutura de praticamente qualquer cristal) e identificamos o sinal de um surpreendentemente claro diamante”.
    Experimentos anteriores ou nunca providenciaram evidências diretas deste processo, ou os resultados do método usado para comprimir carbono, bigornas de diamante, não eram claros o suficiente. “O problema com experimentos celulares da bigorna de diamante é que é muito difícil distinguir pequenas peças de diamantes criados de hidrocarboneto de peças de diamantes de gigantes bigornas do mesmo produto”, diz Kraus.
    Imagem de topo: Greg Stewart/Centro de Aceleração Linear de Stanford
    Por : Bryson Masse

    terça-feira, 14 de novembro de 2017

    O Anel na Antiguidade : Curiosidades - Parte 2



    Os anéis que portavam veneno originaram-se na Índia e no Extremo Oriente. A arte da ourivesaria assegurava que pequenas doses de veneno, líquido ou em pó, eram mais facilmente escondidas e melhor guardadas em peças de joalheria do que em peças de couro, cerâmica ou ainda vidro. Anéis usados na Antiguidade com compartimento para veneno foram encontrados por toda a Ásia, Rússia, regiões em torno do mar Mediterrâneo e Oriente Médio. As gemas eram usadas para adornar o anel, em geral masculino, e o veneno ficava contido abaixo das mesmas. A dose era normalmente letal, a ser usada como último recurso ante a desgraça ou uma morte ainda pior.


    O orador grego Demóstenes (384 aC-322 aC) cometeu suicídio no templo de Poseidon situado na ilha grega de Calauria, ao usar o veneno escondido dentro de uma anel, para escapar da fúria de seus inimigos, morrendo rapidamente. 



    A história de Roma conta que quando Marco Licínio Crasso (115 aC-53aC), patrício, político e general romano, saqueou o tesouro do templo de Júpiter Capitolino, o guardião do templo quebrou entre os dentes a gema do anel que escondia um veneno e imediatamente morreu, poupando a si mesmo de sofrer torturas e uma morte indigna. Marco Crasso, apesar de ter vencido a revolta dos escravos liderados pelo Espártaco e ter participado do 1º Triunvirato juntamente com Pompeu e César, terminou seus dia na Batalha de Carras, travada contra o império parta. Apesar das sete legiões e tropas auxiliares que comandava, resolveu abandonar as tradicionais táticas militares romanas e atacou os partos seguindo caminho por um vale estreito, cuja saída estava totalmente bloqueada pelo exército inimigo. O enorme equívoco deu origem à expressão “erro crasso”, que significa uma falha grosseira de planejamento com conseqüências trágicas.

    Em relação a outro general, o cartaginês Aníbal (247 aC- 183 aC), vencedor da decisiva Batalha de Cannae (216 aC) contra os romanos, diz-se que recorreu ao veneno contido em um anel que usava por toda a vida, quando viu que não havia mais saída frente aos inimigos romanos que o caçavam, mesmo estando escondido na remota Bitínia. Sobre o anel de Aníbal, escreveu o poeta romano Juvenal, autor do livro “As Sátiras”: ‘Cannarum vindex et tanti sanguinis ultor Anulus’ ( Este anel, vingador de todos os que caíram em Cannae e de todo o sangue que foi derramado).

    O Anel na Antiguidade : Curiosidades - Parte 1

    O ANEL NA ANTIGUIDADE



    O anel é uma das peças de joalheria mais antigas que existem e sua origem é um tanto obscura, apesar de que se pode inferir que ele é uma evolução do selo cilín
    drico que era usado preso ao pescoço ou ao braço que, por questões de funcionalidade da peça, teve seu tamanho reduzido para que pudesse ser utilizado no dedo.

    Outra origem possível do anel é o nó: seu design é um dos mais antigos que existem e sua representação foi usada em todas as culturas primitivas como amuleto contra espíritos maus, possuindo propriedades mágicas. As mágicas virtudes do anel ao longo da história da civilização podem estar no fato do anel poder ser visto como um nó simplificado que é usado no dedo.

    Usado durante toda a Antiguidade, não só como objeto de adorno mais também como selo, símbolo de poder, classe social ou autoridade, ou ainda amuleto, o anel podia às vezes servir a todos os propósitos ao mesmo tempo.

    Eram feitos de vários tipos de materiais, como ouro, prata, ferro, marfim e âmbar, sendo o ouro o material mais cobiçado - não só pela sua raridade e beleza, mas também pela sua associação com o sol, astro venerado em várias culturas como um deus.

    Anel Antigo Iraque - Museu Britânico


    Foi a cultura egípcia que difundiu o uso do anel como o conhecemos ainda hoje e influenciou outras culturas como a assíria, a cita, a babilônica, a grega, a etrusca, a hitita, a romana, assim como muitas outras, na representação figurativa de animais e insetos como motivo decorativo em anéis. O escaravelho talvez seja, assim como a serpente, o mais forte ícone da representação zoomórfica do mundo antigo.

    Na sua obra “História Natural”, escrita por volta de 75 D.C., o autor clássico romano Caio Plínio Segundo relata a fábula grega sobre a origem do anel. "Pela audácia em roubar fogo dos céus, o mortal Prometeu foi condenado por Júpiter a ser acorrentado por 30 mil anos a uma rocha na cordilheira do Cáucaso, enquanto um abutre bicava sem cessar o seu fígado. Mas Júpiter revogou o castigo antes do prazo dado e liberou Prometeu, dando ao Titã uma punição mais leve: usar um dos elos da corrente que o mantivera prisioneiro à rocha como anel. Este continha um fragmento da rocha carcereira, assim Prometeu ainda estaria ligado ao cruel castigo dado anteriormente". (Julieta Pedrosa)

    segunda-feira, 13 de novembro de 2017

    A Lemniscata e seus significados






    Na Antroposofia, a lemniscata mantém seu significado milenar, representando o equilíbrio dinâmico, perfeito e rítmico entre os polos opostos constitucionais do corpo humano: o polo metabólico e o polo neuro-sensorial. Como vimos, o polo metabólico (abdome) é quente, úmido, expansivo e inconsciente. O polo neuro-sensorial (cabeça, sistema nervoso central e órgãos do sentido) é frio, seco, contraído e consciente. Do equilíbrio deste polo, surge a vida humana em sua manifestação mais primordial: o ritmo. A lemniscata representa então o sistema rítmico (coração, pulmões e musculatura do tórax) que proporciona os sinais vitais mais básicos, equilíbrio físico e psíquico e harmoniza as essências opostas que nos compõem. Fazem parte ainda deste equilíbrio dinâmico rítmico, além do ritmo cardíaco e do ritmo respiratório, ciclos como o dormir e acordar (ritmo circadiano), a tendência à vitalidade (anabolismo) na infância e a tendência à esclerose (catabolismo) na velhice (ciclo biográfico) e, em última análise, o ciclo da vida e da morte (ciclo encarnatório). Assim, toda vez que inspiramos, que nosso coração entra em diástole, que acordamos pela manhã ou que usamos nossa função orgânica anabólica, confirmamos nosso nascimento. Analogamente, toda vez que expiramos, que nosso coração entra em sístole, que vamos dormir à noite ou que usamos nossa função catabólica, antecipamos nossa morte.





    A lemniscata é uma figura geométrica em forma de hélice que é o sinal matemático do “infinito”. Simbolicamente a lemniscata representa o equilíbrio dinâmico e rítmico entre dois polos opostos. O símbolo da lemniscata nos remete diretamente ao Arcano Maior do Tarot de número 14: “A Temperança”, onde vemos uma mulher que mistura e equilibra, através de sucessivas misturas, dois jarros que contém água: um com água fria, outro com água quente. Conforme as sucessivas passagens de fluidos de um jarro a outro, e deste de volta ao primeiro, se processam, obtém-se o elemento morno (temperado). Esta carta corresponde à letra hebraica “Nun” na Cabalah.



    Da mesma forma, a lemniscata foi largamente usada nos desenhos celtas e insistentemente reproduzida em seus intrincados desenhos de formas. A lemniscata, principalmente em suas representações celtas, nos remete diretamente ao “Ouroborus”, símbolo antiqüíssimo, resgatado pela tradição alquímica, onde se vê uma serpente que morde o próprio rabo e devora-se a si mesma. O Ouroborus é também representação simbólica do Infinito e do equilíbrio dinâmico universal.



    Carl Gustav Jung, refere-se a este símbolo como o “Mysterium Conjuctionis” (Mistério da Conjunção), resultado do “Hieroghamos” (Casamento Sagrado), equilíbrio do Masculino e do Feminino Universais, essência fundamental da mente humana e, em uma visão mais ampla, da existência humana em si.



    Ainda podemos observar a lemniscata nas curvas do Caduceus (o cetro da dupla serpente), símbolo da Medicina e manisfestação de Hermes; nos meridianos do fluir da Energia Vital descritos pelas medicinas tradicionais hindu e chinesa e pela Acupuntura. A lemniscata repete-se no próprio movimento das galáxias, das estrelas e dos planetas, na Astronomia e na Astrofísica. A lemniscata está presente na dupla hélice do DNA presente em todos os seres vivos deste planeta. Ainda verificamos a formação de lemniscatas nos movimentos pendulares observados na Física; na báscula do andar humano; no crescimento dos vegetais e na disposição de suas flores e folhas; nos movimentos de regência da musical; no movimento do Tao; em emblemas e símbolos de famílias tradicionais japonesas, em mandalas de diversas origens e épocas e, de forma abstrata, nos ciclos da Natureza e no equilíbrio psíquico entre o Pensar e o Querer, dando origem ao Sentir.






    A forma geométrica da lemniscata é usada como base para todos os processos antroposóficos: desde a dinamização de medicamentos, até a criação de estruturas arquitetônica; passando por movimentos da Euritmia, desenhos da Terapia Artística e fluxos da Engenharia Antroposófica. As técnicas da Massagem Ritmica são totalmente baseadas na repetição de movimentos helicoidais diversos que reproduzem a lemniscata. Desta forma, consideramos a lemniscata o símbolo máximo da Antroposofia, resumindo em si todos os conceitos fundamentais aplicados em todas as práticas antroposóficas.

    quinta-feira, 9 de novembro de 2017

    Tesouro em Ouro descoberto perto do Monte do templo, em Jerusalém (setembro 2013)

    Tesouro em Ouro descoberto perto do monte do templo de Jerusalém

     Uma nova coleção foi  descoberta por arqueólogos que trabalhavam ao pé do Monte do Templo de Jerusalém - um local sagrado para três religiões mundiais - onde descobriram uma jóia de ouro de 1400 anos e moedas de ouro que está sendo descrita como  "deslumbrante, uma grande descoberta da vida ", no ano de 2013.



    O arqueólogo principal, Eilat Mazar, da Universidade Hebraica de Jerusalém, mostrou o encontro mais impressionante da equipe durante uma conferência de imprensa . Era um medalhão de ouro de quatro polegadas de largura gravado com imagens de um candelabro de sete ramificações (menorah), um chifre de carneiro (shofar) e um rolo de Torah. Apesar de ter sido sepultado durante 14 séculos, a peça estava em condições quase perfeitas.



    "O medalhão menorah é provavelmente um ornamento para um rolo da Torá", explicou o Dr. Mazar e seus colegas. "Foi enterrado em uma pequena depressão no chão, juntamente com um medalhão de ouro menor, dois pingentes, uma bobina de ouro e um fecho de prata, todos os quais se acredita serem ornamentos de rolagem da Torá".



    O time de Mazar também revelou jóias de ouro e prata de época bizantina, bem como 36 moedas de ouro que retratam as imagens de imperadores que variam em um período de 250 anos entre Constantine II e Mauricius.

    O trove foi descoberto nas ruínas de uma estrutura pública bizantina localizada na região de Ophel da escavação, apenas a 50 metros da parede sul do Monte do Templo. As descobertas, que datam do ano 600, estão agora sendo apelidadas de "Tesouro Ophel".



    "Eu nunca encontrei tanto ouro na minha vida! Fiquei congelado. Foi inesperado ", disse o Dr. Mazar ao Times of Israel.

    Mazar e sua equipe suspeitam que os tesouros foram enterrados e abandonados por seus donos judeus durante a conquista persa de Jerusalém em 614.

    "Parece que a explicação mais provável é que o cache Ophel foi destinado como uma contribuição para a construção de uma nova sinagoga, em um local próximo ao Monte do Templo", disse Mazar. "O que é certo é que sua missão, seja lá o que for, não teve êxito. O tesouro foi abandonado e seus donos nunca voltaram a coletá-lo ".

    (Setembro 2013)